O processo movido contra Renato Aragão por sua filha mais velha, Juliana Aragão, tem novo capítulo marcado para daqui a menos de um mês, no próximo 26 de outubro e na 43ª Vara Cível da Capital do Rio de Janeiro. A ação na Justiça envolve uma cobrança pela motorista de aplicativo ao pai famoso de quase R$ 872.500 mil.
Juliana alega que Renato tomou um empréstimo de R$ 950 mil em dezembro de 2018 a partir dos valores herdados por ela da venda de um imóvel antes pertencente à mãe da motorista, Martha Maria Rangel Aragão, falecida em 2014 em decorrência de câncer. Vale ressaltar que o humorista criador de Didi Mocó negou tenha que dado calote à filha, irmã de Livian, Paulo, Ricardo e Renato Junior.
Segundo a colunista Fábia Oliveira, do "Metrópoles", a ideia é que a audiência ocorra presencialmente e que Renato, formado em Direito nos anos 1960, leve um advogado constituído anteriormente. Envolvido em outra ação, esta por dívida de IPTU, o humorista ganhou ainda prazo de 15 dias para apresentar sua defesa, se ele ou a filha não forem ao compromisso.
Ou se não chegar a um acordo com Juliana. Acontece que na semana anterior, a motorista solicitou que seja ouvida à distância, uma vez que mora em Santa Catarina. A filha de Renato alegou que teria uma despesa "excessiva" se ela e seus advogados tivessem que viajar à capital fluminense.
No ano passado, antes do processo vir à tona, Renato se viu envolvido em outra polêmica. Internautas apontaram que o comediante "esconde" a filha Juliana em razão de sua orientação sexual. Um jornalista reforçou a teoria.
"Ela é um corpo estranho dentro da casa, por ela ser o que ela é, hoje namorar uma mulher. Tem uma espécie de preconceito com relação a isso, de falas e piadinhas atravessadas", disparou Rafael Spaca, pesquisador da vida e obra de Renato e dos demais integrantes de "Os Trapalhões", certa vez.